o pessimista queixa-se do vento, o optimista espera que mude, o realista ajusta as velas.
William George Ward

3.3.15

As novidades


A poucos dias de completar um mês de desaparecimento estou de volta,

Fevereiro é um mês pequeno felizmente,

na segunda semana atacou uma virose cá em casa que deixou todos de rastos,  principalmente a mim,

grávida com uma virose é  duro,  três semanas a 50 %, o corpo não obedecia, o que levava a cabeça ao desespero, e a minha médica também, em 4 meses 1, 5 Kgs….

foi o mês de ecografia morfológica, está tudo bem com o bebé, ficamos a saber que vem aí um baby boy, eu gostava de ser mãe de meninas, mas não vai ser assim,

6.2.15

E ainda estas

 
zara

Oh Zara!!!

 esta saia, que para já não dá...
 ando atrás do blazer branco ideal
 esta saia para já nem pensar...
estas calças, para o armário...
nota-se muito que ando ansiosa pela primavera, ou melhor pelo bom tempo


3.2.15

Arquitetos à recepção 2

Ainda a obra não arrancou e as dúvidas já abundam por aqui.
primeiro o projeto e tudo o que  envolve construir uma casa.
as dúvidas à medida que vão aparecendo os primeiros desenhos vão desaparecendo.
porta aqui janela acolá, pode ser uma questão de gosto, legislação ou até aproveitamento para uma melhor aclimatização, digo eu.
morando numa terra para lá de fria, que o calor quando vem apesar de forte não me assusta, é preciso pensar na melhor forma de tornar a casa mais acolhedora em termos térmicos.
desde o melhor tipo de isolamento, o tipo de aquecimento, o material mais adequado é uma dor de cabeça, quanto mais opiniões se ouvem mais dúvidas existem.
As opiniões muitas vezes são condicionadas pelo material que o opinante fornecem o que ainda me leva a ficar com mais dúvidas.

Uma das dúvidas maiores neste momento é o uso de piso radiante ou uns simples radiadores de parede pelas divisões? Vantagens e desvantagens?
É que estamos muito para aí virados mas uma decisão destas  tem de ser muito ponderada.
Qual é a vossa opinião?

28.1.15

Palavras para quê


O que se perde na ausência

É suposto que goste do bairro alto. Da comida vegetariana. Do sushi. Que medite. Que use Báton vermelho. Que me encante o filme pseudointelectual e que a minha filha seja estimulada até ao tutano com aulas de ballet, musica, de hipismo, de canto e hip hop. É suposto que não fume e que beba q.b. sem excessos vergonhosos. Que a idade não se mostre. Que tenha uma casa com peças do siza vieira e quadros com um risco no meio. Que seja minimalista, de preferência. Que passe férias lá fora ou se forem cá dentro, que vá para a comporta. Que deteste pezinhos de coentrada e que não me ria alto. Demasiado alto. Jamais assuma que ouço a M80, mas que me esparramo numa alternativa Radar sem nunca assumir que me embalo com música foleira. É suposto ter seguro de saúde, empregada doméstica, um cão ou gato ou ambos e, de permeio, um coelho anão. Um bom carro cai sempre bem e a roupa da zara seja mascarada com uma mala de marca e uns sapatos Made In. É suposto não mostrar os cabelos brancos que segundo percebi, não mostram o carácter de quem assume a idade, mas denuda a desleixada. É suposto ter os filhos em bons colégios, em ATL’s espetaculares onde se gasta o que não se tem, mesmo que não se saiba quais os programas educativos da escola ou os resultados. É suposto esconder-se que se vai ao cabeleireiro de bairro. À tasca da esquina a não ser que tenha saído na time Out três vezes. É suposto ter um Iphone, um Ipad, um Ipod e de preferência andar com tudo atrás e mostrar, ou esconder se não for de uma marca da moda. É suposto não se mostrar que se tem dificuldades, que por vezes somos infelizes, que a tristeza também mora aqui. É suposto dizermos a todos os que colocam fotos novas, velhas, bonitas ou feias no Facebook que está lindo/a seguido de rasgados elogios. É suposto dizer-se que já se leu os clássicos, mesmo que ler não seja a nossa praia. É suposto correr, fazer jogging mas com estilo, nunca de roupa feia e deslavada. Faz-se com calças nike misturadas com um t-shirt adidas e umas cuecas fio dental, como se a coisa não incomodasse. É suposto não se viver segundo o que se é, o que se gosta porque no meio de tanta coisa, já ninguém sabe quem verdadeiramente é. 

Nunca devemos perder  a identidade, devemos fazer  o que  gostamos porque nos apetece e não porque os outros fazem ou gostam.

27.1.15

Estou viva

depois de ter desaparecido uns dias muito, apareço por aqui para dizer que ainda estou viva.

os enjoos e a indisposição  ainda continuam, mais moderados mas continuam.
falta pouco para saber o que por aí vem, até lá ansiosa como se fosse a primeira vez.
tenho espreitado os vossos cantinhos e comentado pouco, espero regressar  em força.